Quanto valoriza um imóvel no lançamento?
Durante muito tempo, a valorização imobiliária foi associada apenas ao crescimento natural das cidades.
Hoje, o mercado funciona de forma muito mais sofisticada.

Os empreendimentos que mais valorizam não são necessariamente os maiores ou os mais caros, são aqueles que conseguem unir localização estratégica, transformação urbana, arquitetura relevante, escassez e demanda qualificada. E quando observamos Maringá, especialmente regiões em expansão como a Gleba Itororó e os novos eixos corporativos da cidade, esse movimento se torna ainda mais evidente.
O mercado imobiliário brasileiro segue demonstrando força mesmo em um cenário econômico mais seletivo. Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), repercutidos pelo Infomoney. mostram que o país encerrou 2025 com mais de 453 mil unidades residenciais lançadas e aproximadamente 426 mil imóveis vendidos, um dos melhores desempenhos da última década, mesmo com juros elevados.
Esse comportamento ajuda a explicar uma mudança importante no mercado: o imóvel deixou de ser visto apenas como patrimônio físico e voltou a ocupar espaço estratégico na preservação de capital e construção patrimonial de longo prazo. Segundo análises publicadas pelo Valor, da globo.com,, o setor imobiliário voltou a ganhar força justamente pela combinação entre segurança patrimonial, demanda consistente e capacidade de valorização em regiões urbanas mais estruturadas.Dentro desse cenário, Maringá aparece como uma das cidades mais promissoras do interior do país. Nos últimos anos, a cidade consolidou um movimento de crescimento urbano qualificado impulsionado por fatores como:
• qualidade de vida
• desenvolvimento econômico regional
• urbanismo organizado
• e atração constante de novos moradores e investidores
Esse comportamento impacta diretamente o mercado imobiliário, especialmente em regiões que passaram a concentrar novos empreendimentos residenciais e corporativos de padrão mais elevado.
Entre essas regiões, a Gleba Itororó ganhou protagonismo importante no desenvolvimento imobiliário recente da cidade. A região passou a atrair empreendimentos com perfil arquitetônico mais contemporâneo, plantas maiores, menor densidade de unidades e foco em experiência de moradia. Diferentemente de áreas já saturadas, a Gleba Itororó ainda preserva um equilíbrio relevante entre valorização urbana, mobilidade e sensação de exclusividade, combinação cada vez mais rara em cidades em expansão.
Outro fator decisivo para entender a valorização imobiliária da região é a transformação do eixo corporativo de Maringá. Nos últimos anos, a cidade começou a viver um movimento semelhante ao observado em grandes centros urbanos: a valorização de empreendimentos empresariais integrados à experiência urbana. O conceito deixou de ser apenas “sala comercial” e passou a envolver gastronomia, conveniência, paisagismo, mobilidade e permanência qualificada.
É justamente essa lógica que ajuda a explicar projetos como o https://www.marluc.com.br/phenom
Mais do que um empreendimento comercial, projetos desse perfil aceleram a transformação urbana do entorno. Na prática, quando uma região passa a concentrar:
• fluxo qualificado de pessoas
• operações gastronômicas
• infraestrutura premium
• novos serviços
• e empreendimentos de maior padrão construtivo todo o entorno tende a ganhar percepção de valor.
E isso impacta diretamente os imóveis residenciais próximos.
Outro ponto importante é entender onde acontece a maior curva de valorização imobiliária.
Em mercados urbanos estruturados, a maior valorização normalmente ocorre justamente entre o lançamento e a entrega do empreendimento. Segundo análises do setor repercutidas por veículos como https://exame.com/, os empreendimentos bem posicionados podem registrar valorização média entre 15% e 30% ao longo do ciclo de obra, dependendo de fatores como:
• localização
• escassez de terrenos
• velocidade de vendas
• desenvolvimento urbano do entorno
• e posicionamento do produto
Isso acontece porque, no lançamento, o preço ainda é baseado em expectativa. Conforme o projeto evolui, a obra avança e a região amadurece, o mercado passa a reconhecer aquele valor de forma mais concreta.
Em outras palavras: o comprador entra antes da percepção total de valor estar consolidada.
Mas existe um detalhe importante: isso não acontece da mesma forma em todos os empreendimentos.
Hoje, o mercado valoriza projetos que conseguem antecipar comportamento urbano. Produtos genéricos tendem a competir por preço. Já empreendimentos com conceito forte, arquitetura contemporânea, integração com a cidade e experiência diferenciada conseguem sustentar valor ao longo do tempo.
Outro fator decisivo é a escassez urbana.
Em regiões bem posicionadas de Maringá, terrenos capazes de receber grandes empreendimentos se tornam cada vez mais raros, especialmente aqueles que conseguem unir mobilidade, infraestrutura e potencial construtivo. E quando a oferta qualificada diminui em um mercado com demanda crescente, a tendência natural é de valorização.
No fim, a pergunta talvez não seja apenas “quanto valoriza um imóvel no lançamento?”, mas sim: Quais características fazem um empreendimento continuar relevante daqui a 5 ou 10 anos?
Em cidades como Maringá, os dados mostram que a valorização mais consistente tende a acontecer justamente nos projetos inseridos em regiões que ainda estão consolidando seu novo momento urbano, especialmente quando existe combinação entre desenvolvimento residencial, crescimento corporativo e transformação da experiência urbana da cidade.
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